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Corpo de Bruno Joaquim de Lima foi localizado na manhã de segunda-feira (2), preso entre pedras, a cerca de 30 metros do ponto indicado como local do desaparecimento.
O corpo de Bruno Joaquim de Lima, de 30 anos, foi localizado na manhã de segunda-feira, 2 de novembro de 2026, após ele desaparecer nas águas do Balneário Oásis, em Aripuanã (MT). O desaparecimento foi registrado na tarde de domingo (1º), quando a vítima estava no complexo turístico acompanhada de um amigo.
A localização ocorreu por volta das 7h, durante as buscas realizadas pela Polícia Judiciária Civil de Aripuanã, com apoio do Corpo de Bombeiros Militar da 14ª Companhia Independente de Juína. Segundo as informações repassadas, o corpo estava preso entre pedras, aproximadamente 30 metros do ponto indicado como local do desaparecimento.
De acordo com o relato da testemunha G.D.L.S., de 23 anos, que acompanhava Bruno, os dois haviam almoçado após as 13h de domingo. Na sequência, Bruno decidiu fazer uma trilha e, posteriormente, ambos seguiram para uma área de banho do balneário.
Ainda conforme o depoimento, os dois estavam sobre pedras próximas à água quando a testemunha decidiu entrar no rio. Bruno permaneceu no local.
Ao retornar à margem, o jovem percebeu que o amigo não estava mais onde havia sido visto pela última vez. Inicialmente, acreditou que Bruno tivesse retornado à área de lazer do complexo.
Após alguns minutos, sem conseguir encontrá-lo, a testemunha entrou em contato com a empresa para a qual trabalhavam, comunicando o desaparecimento. Em seguida, foi orientada a acionar a polícia.
As equipes policiais foram até o balneário e iniciaram as buscas, que continuaram até aproximadamente 23h de domingo. Posteriormente, o Corpo de Bombeiros de Juína foi acionado para reforçar os trabalhos. Na manhã seguinte, as buscas foram retomadas e o corpo foi localizado.
Bruno Joaquim de Lima era natural de Domiciano Ribeiro, em Goiás, e residia atualmente em Paracatu, Minas Gerais. Conforme as informações obtidas, ele havia chegado a Aripuanã poucos dias antes para prestar serviços a uma empresa que atua no município.
Após a ocorrência, o cabo Douglas, do Corpo de Bombeiros Militar da 14ª Companhia Independente de Juína, reforçou o alerta sobre os riscos de acidentes em rios, balneários e outros ambientes aquáticos.
O caso chama a atenção para os perigos existentes em locais com pedras, correntezas, alterações repentinas de profundidade e possíveis pontos de aprisionamento submersos.
Entre as recomendações de segurança estão:
A Polícia Judiciária Civil de Aripuanã registrou a ocorrência e deverá dar continuidade à apuração das circunstâncias da morte. Até o momento, não há informações conclusivas sobre como Bruno desapareceu na água.
A tragédia causa comoção e reforça a importância da prevenção de acidentes em ambientes aquáticos, especialmente em locais naturais frequentados por moradores e visitantes.