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Acusado de estupro de vulnerável contra a enteada de 11 anos, homem foi localizado em área de mata após buscas que mobilizaram as polícias Civil e Militar. A captura foi concluída por meio de negociação.
Após quase 48 horas foragido, Ricardo Cezar Vicente de Abreu, de 26 anos, conhecido como “Louco Abreu”, foi preso no sábado (21) em Aripuanã, a 642 km da capital Cuiabá. O homem é o principal suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma menina de 11 anos. O caso, que chocou a comunidade local, mobilizou equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar intensamente na última semana.
As investigações, que se desenrolavam desde que o crime veio à tona, levaram os policiais a diversos pontos da cidade. As diligências culminaram com a informação de que o suspeito estava escondido em uma área de mata densa na região das chácaras do setor Frei Canuto.
Diante da localização em um terreno de difícil acesso, que aumentava os riscos de uma fuga ou de confronto, os agentes adotaram uma estratégia focada na inteligência e no diálogo. A decisão foi fazer uma aproximação com familiares e amigos de Ricardo, convencendo-os da importância da rendição pacífica.
Negociação Bem-Sucedida
A estratégia deu certo. Após conversas conduzidas pela equipe policial no local, “Louco Abreu” foi persuadido a se entregar voluntariamente. Ele saiu de seu esconderijo e se apresentou aos agentes, onde recebeu voz de prisão em flagrante. Não houve resistência ou necessidade de uso da força.
O homem foi então conduzido imediatamente à Delegacia de Polícia de Aripuanã. Lá, foi cumprido o mandado de prisão já expedido pela Justiça, e ele foi autuado nos autos do inquérito policial. Posteriormente, Ricardo foi transferido para o sistema carcerário e colocado à disposição do Poder Judiciário, que será responsável pelo andamento processual do caso.
Compromisso com a Justiça
Em nota, as autoridades policiais reforçaram o compromisso de assegurar a justiça no caso, proteger as vítimas de violência e manter a segurança da comunidade de Aripuanã. O comunicado também destacou o empenho incansável das equipes envolvidas nas buscas e, de forma crucial, a importância da colaboração da população.
“As informações fornecidas pelos moradores foram fundamentais para localizar o suspeito e permitir uma ação policial estratégica e segura”, afirmou a polícia.
O caso continua sob a responsabilidade da Polícia Judiciária Civil, que segue acompanhando os desdobramentos e as investigações.
Fonte: Rádio Navegantes FM com Top News