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Por que financiar um imóvel vale a pena – e por que as casas do Minha Casa, Minha Vida em Aripuanã não custam R$ 400 mil

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Circulam em Aripuanã informações de que as casas do Minha Casa, Minha Vida custam R$ 400 mil, valor calculado a partir da multiplicação da parcela pelo número total de meses do financiamento. Os especialistas alertam, porém, que essa conta não representa o preço real do imóvel e distorce completamente a lógica do crédito habitacional.

A discussão reacende um ponto central do mercado imobiliário brasileiro: vale a pena financiar um imóvel por 30 anos? Segundo reportagem publicada em abril de 2025 pela Exame (uma das mais importantes revistas e portais de notícias do Brasil) sobre o tema, a resposta é sim, e os motivos são objetivos: segurança patrimonial, possibilidade de valorização e acesso à casa própria mesmo sem ter o valor à vista.

O preço real das casas não passa de R$ 210 mil. O valor real das unidades do MCMV em Aripuanã, conforme tabelas da Caixa Econômica Federal, é de R$ 210 mil. Após aplicação dos subsídios, o custo efetivo para o comprador costuma cair para entre R$ 160 mil e R$ 180 mil, variando conforme a renda da família.

A conta dos “R$ 400 mil” surge quando a parcela é multiplicada por 35 anos, o que não corresponde ao preço do imóvel, mas sim ao custo do financiamento (algo que ocorre em qualquer compra parcelada, seja casa, carro ou moto).

Financiamento longo não significa prejuízo, aponta Exame

Exame explica que financiar por 20, 30 ou até 35 anos não é um mau negócio, porque o imóvel continua valorizando, independentemente do prazo da dívida; é possível amortizar ao longo dos anos, reduzir juros e tempo. O financiamento, segundo a reportagem, permite que as famílias comprem um bem de alto valor sem precisar de dinheiro acumulado e ao contrário do aluguel, cada parcela paga vira patrimônio.

A revista Exame destaca ainda que os imóveis financiados podem valorizar entre 50% e 100% em poucos anos, dependendo da região, infraestrutura e crescimento urbano. O cenário semelhante ao observado em cidades de expansão como Aripuanã.

Multiplicar parcela não revela o preço, mostra apenas como funciona o crédito. Os economistas lembram que a parcela de um financiamento é composta por alguns fatores, entre eles valor amortizado do local, juros e seguros obrigatórios.

Ou seja, não faz sentido multiplicar a parcela pelo número de meses para definir o “valor da casa”, já que o bem possui um preço fixado e no caso do MCMV, esse valor é tabelado nacionalmente.

Exame reforça essa mesma lógica: “os juros fazem parte do financiamento, mas não determinam o preço do imóvel. O patrimônio construído ao longo do tempo supera o custo do crédito”, diz trecho da reportagem publicada em abril deste ano.

Comprar financiamento ainda é melhor que pagar aluguel e construir patrimônio

Um dos argumentos mais citados por especialistas no mercado imobiliário é que quem financia, ao final, possui um patrimônio; quem paga aluguel, não.

No Minha Casa, Minha Vida, o benefício é ainda maior porque os juros são os mais baixos do país, os subsídios econômicos o valor final e prestação costuma ser menor ou igual ao valor de um aluguel comum.

O que isso significa para Aripuanã

Na prática, a discussão mostra que não existe casa de R$ 400 mil no programa em Aripuanã e que a desinformação parte de cálculos distorcidos. Além disso, financiar continua sendo um dos caminhos mais seguros de formação de patrimônio, como aponta a Exame. As casas tabeladas em R$ 210 mil representam hoje uma das melhores relações custo–benefício do mercado para famílias de baixa renda.

Fonte: Da Assessoria

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elson pimentel
sexta-feira, maio 20. 2022 10:55 AM
mande um alô para Valentina Pimentel no distrito de Tutilândia, e aos trabalhadores da TSA em Aripuanã.

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