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Projeto de R$ 1,5 bilhão é liberado e mineradora deve gerar até 2,5 mil empregos em Aripuanã

nexa

O governo de Mato Grosso autorizou a licença de instalação (LI) do Projeto Aripuanã, uma mina que vai produzir concentrados de zinco, cobre e chumbo. A liberação garante um investimento da ordem de US$ 392 milhões de dólares (aproximadamente R$ 1,5 bilhão na cotação atual), por parte da mineradora Nexa Resources, na construção de uma planta industrial. Ao todo, até 2,5 mil empregos devem ser gerados.

A Licença de Instalação autoriza as obras de terraplanagem e construção civil, montagem metalomecânica, abertura da mina subterrânea, pilha de material estéril, depósito de rejeitos e adutora de captação de água. A produção média anual está prevista em 66.7 mil toneladas de zinco, 23 mil toneladas de chumbo e 3.7 mil toneladas de cobre.

Na fase de construção serão 1.600 empregos e, na operação, 750 vagas. No segundo semestre inicia o 1º Ciclo de Desenvolvimento Profissional, em Aripuanã, a primeira de um conjunto de iniciativas da Nexa para capacitar e valorizar a mão-de-obra local.

O CEO da Nexa, Tito Martins, comentou que “o Projeto Aripuanã contribui para o desenvolvimento da indústria mineral no Mato Grosso e fortalece a posição da Nexa Resources como uma das cinco maiores produtoras mundiais de zinco, liderando a produção do minério na América Latina. Nossa expectativa é que em 2021 possamos iniciar as operações”.

“Buscamos incorporar ao Projeto Aripuanã o que há de mais moderno em tecnologia e excelência operacional”, destacou o vice-presidente de desenvolvimento e execução de projetos da Nexa, Valdecir Botassini. Como exemplos, ele descreveu que a opção por uma mina subterrânea vai reduzir a área desmatada e que o projeto tem como meta reutilizar 100% da água, além do depósito de rejeitos dispensar o uso de barragens, pois está planejada uma pilha a seco.

O presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Gustavo de Oliveira, disse que “Mato Grosso tem muito a ganhar com esse empreendimento, especialmente os 150 mil habitantes da região Noroeste. A geração de centenas de postos de trabalho, a qualificação dos profissionais que ocuparão esses postos, toda a movimentação no comércio local que o empreendimento vai gerar são motores para o desenvolvimento da região. Tudo isso sem descuidar do necessário compromisso com a sustentabilidade, monitorando constantemente os aspectos sociais e ambientais: esse é o processo de industrialização que a Fiemt defende, pois somente o fortalecimento do setor industrial será capaz de impulsionar a geração de riquezas”.

Mineração e desenvolvimento

Zinco, cobre e chumbo, principais produtos do Projeto Aripuanã, tem vários usos na economia e no cotidiano das pessoas. São empregados nas indústrias automobilística, farmacêutica, eletroeletrônicos e na agricultura. Na lavoura, o zinco é um dos micronutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas. E também é utilizado na produção de pneus, aços, fertilizantes, cosméticos e pilhas. Já o cobre se faz presente através do ar-condicionado, fios elétricos e celulares. O chumbo é utilizado na fabricação de bateria, tintas e esmaltes. Conforme a Organização Mundial da Saúde, a falta de zinco na alimentação afeta o sistema imunológico, responsável pelas defesas do corpo humano.

Fonte: O Petróleo

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Alexsandro Pereira
sábado, jul 13. 2019 11:03 AM
Tô em porto velho sempre seguindo as notícias dá navegantes fm

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